segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Click.

Um dia como todos os outros, banal e comum, um dia como todos os anteriores.


Assim começou o dia em que te conheci, mal eu sabia que nenhum dia a partir desse seria parecido com os anteriores.


Foi um click, só isso. Um rosto lindo e a letra de uma música que gosto no seu perfil da internet, foi isso que nos uniu no primeiro momento. Sem saber de nada, aquele era o click que iria mudar pra sempre minha vida, depois do primeiro houve outro click e outro e depois recados e depois e-mails, então mãos dadas, abraços, beijos e o amor enfim, sim amor, de onde não havia nada foi feito algo que se tornou infinito, e eu não sabia de nada.


Minha paixão foi intensa, insensata, impaciente, noites de domingo voavam enquanto conversávamos e as semanas se arrastavam ansiosas e pensativas, apenas esperando a próxima oportunidade de te dizer como me sentia ou de tentar saber o que se passava em sua cabeça, nessas semanas minha cabeça era movida simplesmente pela existência da outra pessoa, o que será que está pensando? Será que está cansada dos estudos? Será que esta feliz? Será que está sorrindo? Será que pensa em mim? Ou será que não pensa?


De tanta impaciência resolvi tentar a sorte, mandei um e-mail torcendo para que o veja, torcendo para que o responda, torcendo pra que a resposta fosse de alguém que ficara feliz com a surpresa.
Nesse dia sabia de muito pouco, quase nada, não sabia como era sua voz, não sabia do que gostava, não sabia o que pensava, sabia apenas de uma coisa: que não suportaria deixá-la ir sem que um dia a tivesse segurado em meus braços.



Um comentário:

Caki disse...

Se no começo não havia nenhum sentido, é porque hoje, dizer que somos o quase impossível soa natural.