terça-feira, 12 de janeiro de 2010
O primeiro, segundo, terceiro, quarto, quinto...
segunda-feira, 11 de janeiro de 2010
O contrário
O contrário
Onde é que fui achar alguem
que mais faz é reclamar
onde é que fui achar alguem
tão dificil de lidar
Mais teimosa que uma porta
ainda assim linda e carinhosa
não escuta uma palavra
tão forte e tão medrosa
Onde é que fui achar alguém
tão dificil de aguentar
Onde é que eu fui achar alguém
tão fácil de amar
As vezes me sinto em um sonho
sonho teimoso e enfadonho
a verdade é que fico tonto
Bobo apaixonado risonho
Onde é que fui achar alguém
tão complicada de ser
Onde é que fui achar alguém
pra fazer o amor acontecer
Sua teimosia me ilumina
Seus medos me fortalecem
Seus defeitos me apaixonam
Seu amor me engrandece
sexta-feira, 8 de janeiro de 2010
Muito prazer.
quarta-feira, 6 de janeiro de 2010
2 x 1: Dois capítulos no mesmo dia
terça-feira, 5 de janeiro de 2010
A Magica.
No meu caso foi rápido, a resposta veio cedo, antes mesmo da ansiedade me consumir recebi um e-mail. Nada de extraordinário foi dito, mas apenas pelo fato de ela se importar o suficiente para me responder já foi incrível, nesse dia me senti feliz.
Mais conversas aconteceram e mesmo sem nos vermos fomos ficando mais próximos , nos conhecendo, gostando um do outro.
Em outra ocasião passei pela mesma situação de fazer algo de repente e ficar preso nas garras da impaciência. Para conquistá-la não bastava beleza (hoje em dia diria até que faz muito pouca diferença), não bastava romantismo, não bastava ser comum, eu sabia que para chegar a seu coração precisaria ser diferente, mais que diferente eu precisava ser um sonho, pois era justamente o que ela significava para mim naquele momento.
Corri pelo centro da cidade em posse de três coisas: um sentimento, uma idéia na cabeça e esperança no coração. Procurava algo que precisava ser mais que útil, mais que bonito, mais que um presente, eu precisava de algo literalmente mágico... um amuleto.
Era época de natal e as ruas estavam um caos, levei mais de duas horas para encontrar algo que eu realmente achava digno de ser chamado de amuleto, depois de muita procura encontrei o objeto ideal, mas me faltava a magia, magia essa que não vinha de deuses, ou santos ou qualquer entidade com posse de poder extraordinário, a magia do meu amuleto viria de algo maior, viria da fé. Se tem algo que eu acreditava de fato naquele momento era no potencial de minha amada, sabia que para ela não existiriam obstáculos grandes o suficiente para impedi-la de seguir em frente, mesmo ela própria não partilhando da crença.
Esse era o objetivo do meu presente de natal, não deveria ser bonito, não deveria ser romântico, meu presente tinha uma função: mostrar a ela que acima de tudo eu acreditava, não só que ela iria ter sucesso agora, mas que teria sucesso sempre, meu objetivo era fazer o potencial se tornar realidade, mais do que isso meu objetivo era fazê-la acreditar em si própria.
segunda-feira, 4 de janeiro de 2010
Click.
Um dia como todos os outros, banal e comum, um dia como todos os anteriores.
Assim começou o dia em que te conheci, mal eu sabia que nenhum dia a partir desse seria parecido com os anteriores.
Foi um click, só isso. Um rosto lindo e a letra de uma música que gosto no seu perfil da internet, foi isso que nos uniu no primeiro momento. Sem saber de nada, aquele era o click que iria mudar pra sempre minha vida, depois do primeiro houve outro click e outro e depois recados e depois e-mails, então mãos dadas, abraços, beijos e o amor enfim, sim amor, de onde não havia nada foi feito algo que se tornou infinito, e eu não sabia de nada.
Minha paixão foi intensa, insensata, impaciente, noites de domingo voavam enquanto conversávamos e as semanas se arrastavam ansiosas e pensativas, apenas esperando a próxima oportunidade de te dizer como me sentia ou de tentar saber o que se passava em sua cabeça, nessas semanas minha cabeça era movida simplesmente pela existência da outra pessoa, o que será que está pensando? Será que está cansada dos estudos? Será que esta feliz? Será que está sorrindo? Será que pensa em mim? Ou será que não pensa?
De tanta impaciência resolvi tentar a sorte, mandei um e-mail torcendo para que o veja, torcendo para que o responda, torcendo pra que a resposta fosse de alguém que ficara feliz com a surpresa.
Nesse dia sabia de muito pouco, quase nada, não sabia como era sua voz, não sabia do que gostava, não sabia o que pensava, sabia apenas de uma coisa: que não suportaria deixá-la ir sem que um dia a tivesse segurado em meus braços.
