sexta-feira, 2 de julho de 2010
Uma vergonha
segunda-feira, 31 de maio de 2010
Um passo a frente ou dois para trás?
quinta-feira, 29 de abril de 2010
Cegueira e Ansiedade.
inclusive penso que na fila dos ansiosos tem muito mais gente do que na fila dos pacientes.
A verdade é que sempre soube que tinha um problema, mas só descobri que esse era o nome dele há muito pouco tempo. Engraçado que quando se vê outras pessoas, é fácil saber exatamente quando e como elas cometeram erros, inclusive o nome desses erros, e quando nós somos as pessoas fazendo besteira não temos nem a capacidade e nem o sangue frio de entender o que estamos fazendo de errado. Comigo foi assim, depois de um impulso misturado de autoconfiança com autopiedade percebi a besteira que tinha acabado de fazer, no fim valeu a pena, afinal me liguei que tinha feito cagada, e me analisando friamente e olhando a situação como um mero observador só me veio uma palavra na cabeça: ansiedade.
Não que eu nunca tenha sido avisado sobre isso, alias foi uma das coisas que eu mais escutei nos ultimos anos, só que em algum momento vc escuta um estalo e percebe qual é o problema.
É como ter 10 garus de miopia e de repente colocar um óculos, no meio de um monte de neblina e rostos embassados os caminhos aparecem nítidos e aí vc pensa: como eu não pude ver isso?
É exatamente o que acontece quando damos um conselho a alguem e que para nós é claro como a água e a pessoa simplesmente não consegue enxergar nada, ou enxerga de forma completamente distorcida.
A grande verdade é que as pessoas que tem os ouvidos aguçados enxergam mais longe e melhor,
afinal elas não vêem o mundo sob o mesmo ponto de vista unilateral, mas sim de vários pontos de vista, de pensamentos diferentes. Essas pessoas enxergam a frente do mundo, por que o mundo todo enxerga por eles.
Eu aprendi essa lição um pouco tarde, ou cedo, na verdade isso depende do ponto de vista,
mas se te serve de conselho, escute agora o meu ponto de vista, os meus óculos são novinhos em folha.
terça-feira, 6 de abril de 2010
Vale o esforço?
segunda-feira, 22 de março de 2010
Meu carro, meu santuário.
terça-feira, 12 de janeiro de 2010
O primeiro, segundo, terceiro, quarto, quinto...
segunda-feira, 11 de janeiro de 2010
O contrário
O contrário
Onde é que fui achar alguem
que mais faz é reclamar
onde é que fui achar alguem
tão dificil de lidar
Mais teimosa que uma porta
ainda assim linda e carinhosa
não escuta uma palavra
tão forte e tão medrosa
Onde é que fui achar alguém
tão dificil de aguentar
Onde é que eu fui achar alguém
tão fácil de amar
As vezes me sinto em um sonho
sonho teimoso e enfadonho
a verdade é que fico tonto
Bobo apaixonado risonho
Onde é que fui achar alguém
tão complicada de ser
Onde é que fui achar alguém
pra fazer o amor acontecer
Sua teimosia me ilumina
Seus medos me fortalecem
Seus defeitos me apaixonam
Seu amor me engrandece
sexta-feira, 8 de janeiro de 2010
Muito prazer.
quarta-feira, 6 de janeiro de 2010
2 x 1: Dois capítulos no mesmo dia
terça-feira, 5 de janeiro de 2010
A Magica.
No meu caso foi rápido, a resposta veio cedo, antes mesmo da ansiedade me consumir recebi um e-mail. Nada de extraordinário foi dito, mas apenas pelo fato de ela se importar o suficiente para me responder já foi incrível, nesse dia me senti feliz.
Mais conversas aconteceram e mesmo sem nos vermos fomos ficando mais próximos , nos conhecendo, gostando um do outro.
Em outra ocasião passei pela mesma situação de fazer algo de repente e ficar preso nas garras da impaciência. Para conquistá-la não bastava beleza (hoje em dia diria até que faz muito pouca diferença), não bastava romantismo, não bastava ser comum, eu sabia que para chegar a seu coração precisaria ser diferente, mais que diferente eu precisava ser um sonho, pois era justamente o que ela significava para mim naquele momento.
Corri pelo centro da cidade em posse de três coisas: um sentimento, uma idéia na cabeça e esperança no coração. Procurava algo que precisava ser mais que útil, mais que bonito, mais que um presente, eu precisava de algo literalmente mágico... um amuleto.
Era época de natal e as ruas estavam um caos, levei mais de duas horas para encontrar algo que eu realmente achava digno de ser chamado de amuleto, depois de muita procura encontrei o objeto ideal, mas me faltava a magia, magia essa que não vinha de deuses, ou santos ou qualquer entidade com posse de poder extraordinário, a magia do meu amuleto viria de algo maior, viria da fé. Se tem algo que eu acreditava de fato naquele momento era no potencial de minha amada, sabia que para ela não existiriam obstáculos grandes o suficiente para impedi-la de seguir em frente, mesmo ela própria não partilhando da crença.
Esse era o objetivo do meu presente de natal, não deveria ser bonito, não deveria ser romântico, meu presente tinha uma função: mostrar a ela que acima de tudo eu acreditava, não só que ela iria ter sucesso agora, mas que teria sucesso sempre, meu objetivo era fazer o potencial se tornar realidade, mais do que isso meu objetivo era fazê-la acreditar em si própria.
segunda-feira, 4 de janeiro de 2010
Click.
Um dia como todos os outros, banal e comum, um dia como todos os anteriores.
Assim começou o dia em que te conheci, mal eu sabia que nenhum dia a partir desse seria parecido com os anteriores.
Foi um click, só isso. Um rosto lindo e a letra de uma música que gosto no seu perfil da internet, foi isso que nos uniu no primeiro momento. Sem saber de nada, aquele era o click que iria mudar pra sempre minha vida, depois do primeiro houve outro click e outro e depois recados e depois e-mails, então mãos dadas, abraços, beijos e o amor enfim, sim amor, de onde não havia nada foi feito algo que se tornou infinito, e eu não sabia de nada.
Minha paixão foi intensa, insensata, impaciente, noites de domingo voavam enquanto conversávamos e as semanas se arrastavam ansiosas e pensativas, apenas esperando a próxima oportunidade de te dizer como me sentia ou de tentar saber o que se passava em sua cabeça, nessas semanas minha cabeça era movida simplesmente pela existência da outra pessoa, o que será que está pensando? Será que está cansada dos estudos? Será que esta feliz? Será que está sorrindo? Será que pensa em mim? Ou será que não pensa?
De tanta impaciência resolvi tentar a sorte, mandei um e-mail torcendo para que o veja, torcendo para que o responda, torcendo pra que a resposta fosse de alguém que ficara feliz com a surpresa.
Nesse dia sabia de muito pouco, quase nada, não sabia como era sua voz, não sabia do que gostava, não sabia o que pensava, sabia apenas de uma coisa: que não suportaria deixá-la ir sem que um dia a tivesse segurado em meus braços.
